Se eu pudesse descrever em palavras o amor que sinto pela vida, eu diria, mas o que sinto está além das palavras, além das imagens, além muito além. Dentro de mim há um universo infinito, que se revela quando estou em movimento, por isso danço por isso eu atuo !
Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Dança Zaar

Dança de transe realizada somente por mulheres. Homens tocam tambor e flauta. Estas mulheres são comuns, donas de casa, e vão dançar para relaxar ou quando querem afastar os maus espíritos. Também dançam quando há um enfermo, na intensão de mandar embora esta enfermidade. Primeiramente defumam o ambiente e elas mesmas com um forte incenso e giram muito o corpo e a cabeça para entrar em transe.

Esta dança tem influência africana, é praticada no sul do Egito, Norte da África e alguns países do Golfo.

Na Grécia Antiga, havia uma dança muito parecida, onde a Phytia (sacerdotisa dos templos) girava até entrar em transe, sentava sobre uma fumaça de ervas e gazes sulfúricos e girava a cabeça em "8", como no Zaar.




O ritmo utilizado é o Zar ou Ayub.

Dança de transe do Alto Egito. Originalmente o Zaar é uma dança circular praticada em função de sanar problemas e doenças, o ritual é presidido por uma mulher chamada "Códia", o ritmo é pesado, marcado por apenas duas notas e os movimentos baseados em rotação de cabeça, o objetivo é o transe coletivo levado à exaustão. Assemelha-se bastante aos rituais de Candomblé. 






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